Não sei se está longe ou perto demais, e é essa dúvida que mata. Vejo flores, toco espinhos. Ouço música, sinto dor. Em olhos triste enxergo brilho. É impalpavel, incerto, cruel. É a solidão.
Eu sinto algo tão genuíno que me assusta, mas ao mesmo tempo sinto o vazio da partida, da partida de alguém que nunca apareceu, é como se eu andasse em nuvens o tempo todo. Nuvens cinzas...
Tenho tantos medos, e é normal te-los. Tenho tantas dúvidas, e é normal te-las. Tenho tanto a contar, e não é normal a silêncio que sonda a boca que queria falar. Eu tenho tanto a escrever... mas as idéias se perdem com as sensações... e desconfigura o raciocinio...
AIAI, to be or not to be, thats the question