O corpo leve, como uma pena. O coração pesado, como uma pedra. O tempo passa e parece que eu fico estagnada em mim mesma... hoje as palavras não se fazem mais necessárias como antigamente. Eu apenas vivo, e quando disserto sobre o mundo e a vida é no pensamento. Hoje parece bobeira desestressar escrevendo, não existe mais tempo para isso. O tempo, ou a vida, me tomou muito do que eu era. Aprendi a ter segurança e vitalidade para a maioria dos problemas... desaprendi outras tantas coisas que parecem não fazer falta no dia-a-dia tão agitado. Mas fazem.
"Parabéns, você cresceu! ou Meus pêsames, você cresceu" ? Passou o tempo de errar até aprender, chegou a hora de fazer tudo certinho... como manda o figurino que a sociedade nos faz aceitar. Mas quem sou para mim? paralisei no gesso da vida social, da vida em sociedade. Travei nas coisas simples...
E mais uma vez, recorro ao mesmo que me acolheu em todos os momentos que passei por duvidas. Meu momento de lucidez, breve porém profundo. insight sobre anos anteriores e sobre o bem mais importante: o presente.
Espero voltar esse ano... see you
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